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É um fato marcante que não há nenhuma indústria que determina o que um horímetro deve contar. Existem algumas possibilidades:
- Tempo chave—o horímetro mede o tempo que o equipamento está ligado.
- Horas de trabalho—o horímetro mede o tempo quando qualquer parte do motor estiver ativo.
- Tempo do motor de direção—tempo que o equipamento está sendo operado.
- Tempo do motor de elevação—tempo que o equipamento está elevando.
- Tempo corrido—quando o horímetro é configurado para continuar trabalhando por um período de tempo sempre que o motor pára.
Como BT, nós temos uma clara aproximação por equipamentos elétricos. Nosso horímetro normalmente pede horas trabalhadas. Isso é o total de tempo que qualquer motor está trabalhando. Não é a soma do tempo corrido de todos os motores individuais- se dois motores estão trabalhando simultaneamente o tempo de trabalho é apenas um, não juntamente somados.
Você sabe qual horímetro do seu equipamento está sendo medido, e as consequências disso para seus custos? Usuários usando horas corridas como base para carregar baterias podem aumentar custos significantemente. Durante um estudo recente com horas corridas em picking de baixo nível foram virtualmente o dobro quando comparado a horas de trabalho apenas em um equipamento similar.
Se o seu serviço é baseado no tempo chave então você poderia também estar pagando muito mais. Alguns usuários irão calcular horas trabalhadas com horas de motor de direção + horas de motor de elevação, o qual lhe dará uma grande soma. Nós normalmente contamos somente o tempo que qualquer um dos motores está correndo. Se o equipamento está andando e elevando ao mesmo tempo, o tempo contado é como se ele estivesse apenas andando.
Em um estudo recente durente duas semana, um tempo chave de um equipamento elétrico foi encontrado acima em doze vezes maior que as horas trabalhadas - foi em torno de 251 horas, mas efetivamente usadas apenas 20. Com a BT, apenas essas 20 horas são contadas.
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